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sexta-feira, 25 de março de 2011

A História das Escolas

A História das Escolas

Há muitos anos, no tempo de nossos pais e avós, as escolas eram muito rigorosas. As crianças sofriam grandes pressões quando apresentavam alguma dificuldade, quando não conseguiam aprender.
Era comum sofrerem castigos por mau comportamento, responder a professora, não fazer as lições de casa, brigar com os amigos, sujar as roupas e várias outras coisas.
Os professores eram muito rígidos, bravos e faziam uso de um instrumento chamado de palmatória, para bater na palma das mãos dos maus alunos; que ficavam machucadas, cheias de bolhas de sangue. Outra forma de castigar os alunos era colocando-os de joelho em cima de feijões ou milhos, o que fazia doer muito. Os puxões de orelha também eram comuns na época.

Móveis antigos e a palmatória – alunos sob pressão
Outro aspecto interessante nas escolas mais antigas é quanto ao nome das mesmas. Estas sempre apresentavam o nome de alguma pessoa importante, como político, juiz de direito, escritores, pessoas que haviam feito algum benefício para o município, Estado ou mesmo para o Brasil.
Hoje em dia as escolas se tornaram lugares agradáveis, onde professores e alunos criam laços de afetividade, se tornando amigos e sabendo se respeitar. A relação entre todas as pessoas que trabalham na escola é importante para que se tenha um aprendizado de sucesso.
As escolas de hoje apresentam outras diferenças das escolas de antigamente. Os prédios apresentam uma estrutura bem planejada; os uniformes deixaram de ser de tecido e passaram a ser de malha, pois são mais confortáveis; as aulas são mais animadas e envolvem melhor os alunos; os professores conversam muito com as crianças e são muito atenciosos; os castigos físicos não existem mais; os alunos têm liberdade de expressão e etc.
Como vemos, as escolas sofreram grandes alterações com o tempo, hoje estão muito melhores. Mas ainda vemos as pessoas mais velhas dizendo que o ensino de antigamente era melhor.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Serra Gaúcha - O Encanto da Serra


     Um Brasil diferente aguarda por você na Serra Gaúcha. Cidades românticas, com alamedas floridas, folclore, belas paisagens, hotéis e pousadas aconchegantes, além daquele friozinho típico do sul do País. As festas e tradições dos colonos alemães e italianos encantam os visitantes e proporcionam momentos inesquecíveis, como o Natal Luz e a Festa da Colônia. Sem contar a gastronomia impecável, os passeios pelas vinícolas, o turismo ecológico e de aventura. A cada cidade, novas atrações que tornam a Serra Gaúcha um dos destinos mais especiais do Brasil.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Egito vive as primeiras 24 horas de liberdade na história

     Dia seguinte à renúncia do ditador Hosni Mubarak foi intensamente comemorado.     Militares no poder prometeram cumprir os acordos internacionais e fazer uma transição pacífica para a democracia.


     O Egito teve um sábado de muita festa.  Odia seguinte à renúncia do ditador Hosni Mubarak foi intensamente comemorado. O enviado especial da TV Globo Ari Peixoto trouxe as últimas informações, ao vivo, direto da capital, Cairo.
   À 00h30, na Praça Tahrir o clima era só de alegria. Neste sábado (12), a coalizão dos jovens da revolução, que reúne os grupos que iniciaram o movimento, convocou oficialmente o fim do protesto, mas parece que esqueceram de avisar aos egípcios que continuam na praça. Eles seguem cantando, dançando, buzinando. Mostram que têm a mesma disposição para festejar que tiveram para derrubar Hosni Mubarak.
     Foi um amanhecer cansado, mas feliz. Para as milhares de pessoas que viraram a noite na Praça Tahrir, celebrando a renúncia do presidente egípcio, foi como transbordar um sentimento preso há 30 anos.

Incidência de raios no Sudeste deve superar média em 2011

Condição deverá ocorrer devido ao aumento de tempestades na região
De 2000 a 2009, número de descargas elétricas cresceu 18% no país.

              Brasil é o país com a maior incidência de raios nomundo, segundo Elat    (Foto:Reprodução/TV Globo)

     A incidência de raios na Região Sudeste do Brasil deve superar a média histórica no verão de 2011. A previsão é do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Entre 2000 e 2009, foi registrado um aumento de 18% na incidência de raios em todo o país, tendência que deverá se manter nas próximas décadas.
     O Brasil é, atualmente, o país com a maior incidência de raios do mundo, de acordo com o Elat. Em termos gerais, caem no Brasil, em média, cerca de 50 milhões de raios por ano. Em dez anos, as descargas elétricas causaram 1.321 mortes. Em 2009 foram 121 mortes e, em 2010, até 5 de dezembro, já foram registrados 94 óbitos.
     No Sudeste, a tendência de aumento de incidência de raios ainda não pode ser quantificada, mas ficará acima da média registrada nos últimos anos, segundo o Elat. Para se ter uma ideia do que isso representa, o Grupo disponibilizou ao G1 os totais de raios que atingiram a região em 2007, 2008 e 2009. Em 2007, foram 3.851.752 raios. O número passou para 10.501.227, em 2008. Em 2009, o dado permaneceu praticamente inalterado: 10.520.641, em um ano.
     Ainda segundo o Elat, a previsão que indica um aumento de  tempestades para o próximo verão na Região Sudeste do Brasil é baseada na ocorrência de dias de tempestade nos últimos 50 anos em algumas grandes cidades da região, como São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas, por exemplo.
     Dois fatores podem contribuir para o aumento na incidência de raios, segundo Osmar Pinto Junior, coordenador do Elat. “Um fator claro é o crescimento dos centros urbanos e grandes cidades. Grandes centros urbanos favorecem tempestades, por causa da poluição e da formação de ilhas de calor - o aquecimento de uma região por causa do asfalto e da quantidade de prédios, que dificultam a circulação do ar. Outro fator é o aquecimento global do planeta, que também influencia no aumento de tempestades”,

Descoberto novo dinossauro de chifres

    Titanoceratops parece ser ancestral de Triceratops e viveu cerca de 8 milhões de anos antes dele.

    O rei dos dinossauros com chifres, o Triceratops, está com seu reinado ameaçado. O usurpador do trono rivaliza com ele em tamanho, peso e chifres e viveu cerca de 8 milhões anos antes. O novo dinossauro, chamado de Titanoceratops, habitou o Sudeste Americano há cerca de 74 milhões de anos no período Cretáceo e pertence à mesma família do Triceratops.
   

Obama quer discurso histórico no Rio

    O presidente americano, Barack Obama, quer fazer no Rio de Janeiro um "grande discurso" para o povo brasileiro, semelhante aos pronunciamentos históricos que fez em Berlim e no Cairo.
    O tema do discurso ainda não está fechado, mas Obama deve abordar "a importância de Brasil e EUA atuarem juntos no cenário global". Obama deve vir ao país em 19 e 20 de março e passar apenas por Brasília e Rio.
    Ainda durante sua estadia no Rio, Obama irá visitar uma favela pacificada --agentes americanos visitaram Cidade de Deus, Dona Marta, Babilônia, Cantagalo e Providência para verificar as condições.


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Terão sido os chineses os precursores do Renascimento?

O renomado autor Gavin Menzies, do sucesso 1421, oferece agora 1434: O ano em que uma magnífica frota chinesa velejou para a Itália e deu início ao Renascimento, outra impressionante reavaliação da História. Dessa vez, o autor apresenta novas evidências que ligam as raízes do Renascimento europeu às explorações chinesas do século XV
"Após 1434, os mapas europeus do mundo se modificaram. Houve uma mudança daqueles mapas circulares, centrados em Jerusalém, que enfatizavam temas religiosos, para representações do mundo como ele realmente é.
Toscanelli enviou a Colombo um mapa das Américas; Regiomontano anunciou um mapa-múndi para venda. Magalhães possuía um. Andréa Bianco mostrava a Flórida em sua carta atlântica de 1436; no mapa de 1448, ele descreveu o Brasil. Então, em 1507, Waldseemüller publicou seu admirável mapa-múndi, indicando precisamente as Américas do Norte e do Sul.
Todos esses mapas possuíam algo em comum: descreviam com exatidão partes do Novo Mundo antes de os europeus chegarem lá. Waldseemüller mostrou o Pacífico antes de Magalhães fazer sua famosa viagem; Andrea Bianco revelou a Flórida e Antilhas 56 anos antes de Colombo; o planisfério de Cantino, de 1502, expunha a costa da Flórida antes de Ponce de Leon "descobrir" o local.
Esses mapas tinham algo mais em comum. Todos eram cópias, totais ou parciais, do mapa de Zheng He, de 1418. Foi uma política lógica e deliberada de sua missão a distribuição de mapas chineses do mundo. Pois, se os bárbaros não dispusessem de mapas precisos, como poderiam eles alcançar o Reino do Meio para pagar tributos? (...)